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domingo, 25 de outubro de 2009

Vereadora do PRB e importante lei municipal “Todos contra a pedofilia”

Lei impõe regras para uso de lan houses em Angra

Já está em vigor em Angra dos Reis uma lei de autoria da vereadora Vilma dos Santos (PRB), disciplinando as atividades de lan houses, cybercafés, cyber offices e estabelecimentos congêneres, que ofereçam locação de computadores e máquinas para acesso à internet, utilização de programas e de jogos eletrônicos.
Segundo ela, o objetivo não é fechar as lan houses e os estabelecimentos deste gênero. “Tenho consciência de que as crianças e os jovens devem ter acesso à internet. Porém, devem acessar conteúdo saudável, educativo, que acrescente algo de bom às suas vidas. É necessário um controle. Muitas mães procuraram meu gabinete para pedir, ajuda já que os filhos deixam de ir às aulas para ficar na Internet”, informou Vilma dos Santos.

De acordo com a lei, esses estabelecimentos serão obrigados a criar e manter um cadastro atualizado de seus clientes. O responsável deverá exigir dos interessados a apresentação do documento de identidade no ato de seu cadastramento e sempre que forem fazer uso de computador ou máquina.

O estabelecimento deverá também registrar a hora inicial e final de cada acesso, com identificação do usuário e do equipamento por ele utilizado, bloqueando o acesso a sites de sexo, drogas, pornografia, pedofilia, violência e armamento.

Os estabelecimentos não poderão permitir o ingresso de menores de 12 anos sem o acompanhamento de, pelo menos, um de seus pais ou de responsável legal devidamente identificado. Os adolescentes de 12 a 16 anos só poderão usar os computadores se apresentarem autorização por escrito de um responsável.
Entre as outras regras que os estabelecimentos devem seguir estão a exposição, em local visível, da lista de todos os serviços e jogos disponíveis, com um breve resumo sobre os mesmos e a respectiva classificação etária e a adaptação para possibilitar o acesso de pessoas com deficiência física.

Segundo a lei, fica proibida a utilização de jogos ou a promoção de campeonatos que envolvam prêmios em dinheiro. Também fica vedada a venda e o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros.

Multas

Os comerciantes que não cumprirem a lei podem receber multa no valor de 1.500 a 5.000 UFIR‘s, de acordo com a gravidade da infração. Em caso de reincidência pode ocorrer a suspensão das atividades ou fechamento definitivo do estabelecimento, conforme a gravidade da infração.

www.vilmadossantos.wordpress.com

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Emenda garante propaganda em blogs e páginas, mas restringe tratamento privilegiado em sites jornalísticos

[Foto: senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG)]

O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) divulgou nesta terça-feira (8) o texto da emenda de relator a ser apresentada em Plenário ao projeto de lei que trata da reforma eleitoral (PLC 141/09). A emenda, que pode ser votada nesta quarta-feira (9), permite a livre manifestação do pensamento em blogs assinados por pessoas físicas, redes sociais, sítios de interação e de mensagens instantâneas, entre outras formas de comunicação na internet.

Fica permitido, portanto, nos blogs e demais formatos, fazer propaganda eleitoral de candidato, partido político ou coligação, bem como dar tratamento privilegiado a qualquer um destes. Já as empresas de comunicação social na Internet e os provedores com conteúdos próprios terão de atuar de maneira imparcial: Não poderão dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, sem motivo jornalístico que justifique, a partir do dia 5 de julho do ano da eleição.

De qualquer forma, a proposta veda o anonimato e assegura o direito de resposta mediante decisão judicial.

Fica ainda proibida, sob qualquer hipótese, para qualquer forma de comunicação na internet, a veiculação de "imagens de realização de pesquisa ou consulta popular de natureza eleitoral que permita a identificação de pessoa entrevistada ou que contenha manipulação de dados, ainda que sob a forma de entrevista jornalística".

Assinada por Azeredo - relator da matéria na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) - e pelo senador Marco Maciel (DEM-PE) - relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a emenda dos relatores prevê multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil para o responsável pela divulgação de propaganda que contrarie as normas estabelecidas. Também o beneficiário estará sujeito a esta multa, desde que se comprove seu prévio conhecimento.

A emenda enfatiza que os provedores de internet e empresas de comunicação social na rede poderão realizar debates entre os candidatos. Elas, no entanto, deverão cumprir as normas previstas para debates no rádio e na televisão.

Em entrevista à saída do Plenário, Eduardo Azeredo afirmou que todos os mecanismos que as pessoas usam na internet são livres.

- A pessoa pode dizer o que quiser, pode fazer campanha para o candidato que quiser. Evidentemente que, se fizer uma campanha ofensiva, o candidato também tem o direito de reclamar na Justiça ou reclamar direito de resposta - afirmou o parlamentar.

Eduardo Azeredo desconsiderou a possibilidade de a reforma eleitoral ser votada nesta terça-feira (8). Afirmou que há poucos senadores na Casa, o que deve deixar a votação para esta quarta-feira (9). O relator reiterou as modificações aprovadas pelos senadores na votação conjunta das duas comissões, como a obrigatoriedade de as rádios comunitárias transmitirem o horário eleitoral; a possibilidade de se efetuar doações por meio da internet, seja por cartão de crédito ou débito, de boleto bancário ou de cobrança na conta telefônica; e a propaganda paga na internet para a campanha à Presidência da República.

Eduardo Azeredo afirmou ainda que ele e Marco Maciel tiveram nesta terça-feira uma reunião com o relator da matéria na Câmara dos Deputados, deputado Flávio Dino, que aprovou a maioria dos pontos alterados no Senado Federal. Mas afirmou que algumas modificações podem gerar polêmica, citando, como exemplo, o fim da impressão dos votos pelas urnas eletrônicas para possibilitar uma auditagem, inovação criada pelos deputados e retirada no Senado.

José Paulo Tupynambá / Agência Senado

domingo, 12 de julho de 2009

Regras para e-mail

1 - Para um amigo, escreva um e-mail com um texto coloquial. Do mesmo modo que faz quando fala ao telefone, dê uma introdução à mensagem perguntando se a pessoa está bem, por exemplo.

2 - Evite escrever textos muito longos, chatos de ler, ou muito curtos, mensagem que pode ser considerada mal-educada. Seja breve, claro e objetivo nos e-mails.

3 - Nunca esqueça de colocar um assunto na sua mensagem. Para que o e-mail seja lido, ele deve ser um resumo de três ou quatro palavras do conteúdo do texto.

4 - Evite colocar Oi, Olá ou Saudade como assunto do e-mail. Essas mensagens são geralmente deletadas.

5 - Não utilize papéis de parede, imagens e sons pesados. Quando enviar um anexo muito pesado, seja educado e avise o destinatário.

6 - Não demore muito tempo para responder aos e-mails. Dependendo do assunto e da urgência, leve entre três e quatro dias. Você pode enviar uma resposta informando que recebeu a mensagem e que irá respondê-la.

7 - Cuidado ao enviar mensagens para grupos. Tenha certeza de quem pode e de quem não pode ler o conteúdo do e-mail. Uma das gafes mais cometidas é enviar e-mails que não devem ser lidos por todos os integrantes do grupo.

8 - Respeite a hierarquia. Quando enviar e-mails para um grupo de trabalho, a regra é enviar a mensagem para o destinatário, colocando o nome de seu chefe primeiro na cópia e, em seguida, os envolvidos em ordem alfabética.

9 - Não abuse do botão Encaminhar. Além de essas mensagens não serem lidas, elas incomodam as pessoas lotando suas caixas postais.

10 - Escrever em caixa alta faz parecer que você está gritando com o destinatário. Quando quiser ressaltar uma frase ou palavra, escreva entre sinais de asterisco.

11 - Não envie respostas que contenham longos textos anteriores em cascata. Edite a resposta, utilizando o último e-mail do seu contato e cortando as outras mensagens.

12 - Ao responder uma série de perguntas, escreva as respostas ao lado delas, tentando editar a fonte da resposta, mudando sua cor, seu tamanho e o seu formato.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Campanha pela internet é regulamentada na Câmara

BRASÍLIA - O plenário da Câmara dos Deputados aprovou ontem o uso da internet, já a partir das eleições de 2010, para propaganda de candidaturas e doações de pessoas físicas a campanhas, inclusive por cartão de crédito. Após um dia todo de negociações em torno de detalhes, como uso de muro, carro de som ou outdoor nas campanhas, os deputados aprovaram o texto básico do projeto que altera a Lei Eleitoral (número 9.504, de 1997) e a Lei dos Partidos Políticos (número 9.096, de 95). À noite, foram apreciados os destaques para votação em separado (DVS).

Às 20h30, o plenário aprovou destaque do PSDB retirando do texto a restrição do uso, na propaganda eleitoral, de imagem ou voz de candidatos de outro partido ou coligação. Esse dispositivo era uma tentativa de impedir que o PSDB, por exemplo, mostrasse imagem ou voz do candidato do governo a presidente em atitude condenável ou falando alguma bobagem.

O PMDB conseguiu aprovar destaque para permitir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa aparecer em programa de um partido aliado do PT nacionalmente, ainda que a sigla esteja numa coligação divergente na eleição local. Pelo texto básico, o partido politico só poderia usar a imagem de candidato ou filiado que integrasse sua coligação em nível nacional, se a aliança regional fosse coerente. Por essa mudança, o PMDB de São Paulo, por exemplo, aliado de Serra, poderá usar imagem de Lula no programa.

O DEM também conseguiu aprovar destaque mantendo no texto a possibilidade de o candidato inelegível no momento do registro da candidatura ter seu registro validado, se for vitorioso em instância superior da Justiça Eleitoral, depois desse prazo. O dispositivo havia sido retirado ao longo do dia, durante as negociações sobre o tema.

A maior inovação do projeto é a regulamentação do uso da internet. Para receber as doações (apenas de pessoa física) pela internet, o site do candidato, do partido ou da coligação terão mecanismo permitindo a identificação do doador e a emissão de recibo para cada operação. Os limites são os previstos na legislação atual (10% da renda bruta). No entanto, quando se tratar de doações de recursos relativos à utilização de bens de propriedade do doador, o limite passa a ser R$ 50 mil.

A propaganda eleitoral na internet estará liberada a partir do dia 5 de julho do ano da eleição e poderá ser realizada livremente no site do candidato, do partido ou da coligação, por mensagem eletrônica para pessoas cadastradas, por blogs e redes sociais. A propaganda paga na internet é proibida. E não podem veicular propaganda eleitoral - nem gratuitamente - sites de pessoas jurídicas e oficiais.

O projeto tenta abranger todo o processo eleitoral, do registro de candidaturas ao uso do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Cria, a partir das eleições de 2014, o voto impresso. A maior parte da proposta consolida resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar das divergências de última hora, o texto resultou de negociação suprapartidária, na tentativa de favorecer suas candidaturas e se defender da Justiça Eleitoral.

Uma modificação feita, ao longo do dia, durante as negociações entre os partidos, permitiu a participação de candidato a eleição proporcional no horário da propaganda majoritária e vice-versa, desde que o depoimento seja para pedir voto ao candidato que cedeu o tempo. Ou seja, Dilma pode aparecer na propaganda de um deputado federal do PT, desde que para pedir votos a ele.

Uma das preocupações dos partidos políticos é regulamentar atividades que podem ser feitas por candidatos antes do início da propaganda eleitoral. Fica liberada a realização de eventos em locais fechados, pagos por partidos, prévias e entrevistas dos pré-candidatos.

Para evitar restrições da Justiça Eleitoral, os partidos incluíram no projeto a possibilidade de receberem doações de pessoas físicas e jurídicas e repassarem às campanhas. Os partidos também poderão assumir eventuais débitos de campanha não quitados até a data de apresentação da prestação de contas. Essa prática era permitida até 2008, quando o TSE impôs limites.

O projeto foi elaborado por uma comissão suprapartidária, coordenada pelo deputado Flávio Dino (PC do B-MA), para tentar reduzir as brechas da legislação eleitoral que levam a Justiça Eleitoral a regulamentar o pleito, a cada ano, por meio de resoluções. Sob o comando do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), essa tentativa de devolver ao Congresso o poder normativo tramitou com rapidez.

Os assuntos tratados nos DVS eram os mais variados. O PSDB tentou proibir o uso de carros de som nas campanhas, foi criticado por PSOL e PSB. O destaque foi rejeitado. O PTB propôs acabar com a exigência de os anúncios em jornais impressos exibirem, de forma visível, o valor pago pela inserção. O destaque foi rejeitado.

( Raquel Ulhôa | Valor Econômico)

domingo, 28 de junho de 2009

Lula diz que Internet reduz poder da imprensa tradicional


Porto Alegre - A um mês do lançamento de um blog pelo Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou no dia 26 de junho (sexta-feira), que o país nunca viveu um ambiente de liberdade de informação tão grande e, acredita que com o acesso cada vez maior à Internet, a imprensa tradicional está perdendo poder para os novos meios.
"Finalmente este país está tendo o gosto da liberdade de informação", disse Lula em discurso no 10o Fórum Internacional Software Livre em Porto Alegre (RS).
"Estamos vivendo um momento revolucionário da humanidade em que a imprensa já não tem o poder que tinha há alguns anos. A informação já não é mais uma coisa seletiva em que os detentores da informação podiam dar golpe de Estado", afirmou.
Lula e a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) fizeram um balanço dos investimentos federais nas áreas de implantação de software livre e programas de inclusão digital em órgãos públicos e em programas para a sociedade.
O governo calcula uma economia de 370 milhões de reais com a implantação do software livre desde 2003, início do governo Lula.
Ao defender a liberalização do software, Lula disse: "Podem ficar certos que neste governo é proibido proibir. O que nós fazemos é discutir. Os empresários sabem que nós discutimos sem rancor e sem mágoa".
O presidente ouviu no fórum críticas ao projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que trata de crimes eletrônicos. Os críticos defendem que o governo vete o projeto por entender que ele fere a privacidade do usuários da Internet ao prever sua identificação.
"Essa lei não visa corrigir abusos na Internet. Na verdade, quer fazer censura. Precisamos responsabilizar as pessoas, mas não proibir ou condenar", reagiu Lula, que disse ver interesse policialesco no projeto.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

DILMA É PÓDIO EM 2010


O povo brasileiro vai decidir em 2010 o plesbecisto: quem governou melhor? Lula ou FHC? Quem achar que foi Lula vota em DILMA ROUSSEFF, e quem achar que foi FHC, vota em José Serra - o vampiro. O Brasil já escolheu LULA como o melhor presidente de todos os tempos. 83% de popularidade.
Banner criado pela articulista LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.com

terça-feira, 16 de junho de 2009

16 de junho de 2009 | N° 16002AlertaVoltar para a edição de hoje CÂMARA Lei Eleitoral permitirá blogs, Twitter e YouTube.

16 de junho de 2009
CÂMARA
Lei Eleitoral permitirá blogs, Twitter e YouTube
Diferentemente da campanha de 2008, a disputa do ano que vem será marcada por uso livre de recursos da internet.

Inspirados pela campanha do presidente americano Barack Obama, que no ano passado explorou ao máximo recursos oferecidos pela internet, deputados e senadores devem incluir na Lei Eleitoral que regulamentará o pleito do ano que vem a possibilidade de uso de blogs, Twitter, YouTube e Orkut.

Nas eleições municipais do ano passado, uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) limitou a campanha apenas ao site oficial do candidato – que deveria ser retirado do ar após as eleições.

O debate da Lei Eleitoral será retomado hoje pelos líderes partidários na Câmara. Segundo o deputado Flávio Dino (PC do B-MA), que coordena os trabalhos sobre o tema, a ideia é que seja colocado primeiro em votação o uso da rede mundial de computadores nas campanhas. Em outro momento seriam discutidas questões polêmicas como fidelidade partidária e financiamento de campanha. A proposta deve regular o uso de e-mails e redes sociais na internet pelos candidatos, além de determinar as regras para doações por meio eletrônico.

Uma das medidas em análise é o uso livre de cartão de crédito para ampliar a participação dos cidadãos no financiamento de campanha e diminuir a dependência de empresas, além de combater o caixa 2. Atualmente, não é possível fazer doações a candidatos ou partidos por meio de cartão.

Em relação ao funcionamento interno dos partidos e ao financiamento de campanhas, podem ser incluídas no projeto novas regras para as prévias partidárias e para incrementar o Fundo Partidário, que reúne recursos para todas as legendas de acordo com o tamanho de cada sigla.

O objetivo dos deputados é evitar que o TSE tenha de editar resoluções para normatizar a disputa, legislando no lugar dos parlamentares, a exemplo do que ocorreu nas eleições de 2006.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Somos brasileiros e queremos manter a nossa liberdade!

China bloqueia Twitter às vésperas de aniversário de protestos

Confrontos na Praça da Paz Celestial completam 20 anos na quinta-feira.
Hotmail, Windows Live e Flickr também foram bloqueados, dizem usuários.
O acesso à popular rede de relacionamentos Twitter e ao serviço de e-mail Hotmail foi bloqueado em toda a China na noite desta terça-feira (2) - manhã no Brasil -, a apenas dois dias do 20º aniversário da violenta repressão às manifestações pró-democracia na Praça Tiananmen, também chamada Praça da Paz Celestial.

Usuários indignados lotaram salas de bate-papo para protestar, depois que tiveram acesso ao Twitter negado por volta das 17h (6h de Brasília).

"Toda a comunidade Twitter na China está revoltada com isso", disse o comentarista de tecnologia Kaiser Kuo, de Pequim. "Isso é parte da vida aqui. Se algo me surpreende, é que tenha demorado tanto."

Outros usuários da internet disseram estar tendo acesso negado aos serviços Windows Live e Flickr
O acesso ao serviço de vídeos YouTube já havia sido bloqueado em março, depois que tibetanos no exterior divulgaram imagens da repressão a protestos de 2008 no Tibete.
Na quinta-feira (4) serão completados 20 anos do dia em que tanques entraram na Praça da Paz Celestial antes do amanhecer para reprimir manifestações de estudantes e trabalhadores. A China nunca divulgou o saldo total de mortos daquilo que diz ter sido uma conspiração "contrarrevolucionária".

segunda-feira, 1 de junho de 2009

ALERTA GERAL: SENADOR AZEREDO AUMENTA PRESSÃO PARA APROVAR SEU PROJETO DE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE E IMPLANTAÇÃO DO VIGILANTISMO NA INTERNET



O Senador Azeredo, eleito presidente da Comissão de Relações Internacionais do Senado, no dia 4 de março, a partir de sua nova posição está pressionando o governo para apoiar a aprovação do seu projeto de criminalização da Internet na Câmara.

No dia 5 de março, o deputado conservador ligado ao PSDB, Regis de Oliveira (PSC-SP), conseguiu aprovar seu parecer favorável ao projeto do Senador Azeredo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. O Parecer afirma que o projeto vigilantista e violador da privacidade na rede é constitucional e clama pela sua aprovação .

O projeto de lei do Senador Azeredo quer destruir as redes abertas, impor o fim da comunicação anônima na Internet e criminalizar práticas cotidianas na rede. Abre espaço para atacar as redes P2P, como tem ocorrido em todo o mundo (veja o exemplo do julgamento do Pirate Bay). O projeto do Senador Azeredo é apoiado pela Febraban e pelos banqueiros que querem repassar para a sociedade os custos da segurança bancária.

Quem quiser se somar à luta pela liberdade e privacidade na Internet, envie um e-mail para o deputado do seu Estado pedindo que vote contra o projeto de crimes da Internet re-escrito pelo Senador Azeredo. Porcure no site da Câmara o e-mail do deputado do seu Estado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado

Leia as postagens que esclarecem os riscos dos artigos 285-A, 285-B e 22 do projeto-substitutivo do Senador Azeredo:
http://samadeu.blogspot.com/search/label/contra%20PLC%20do%20Azeredo

Ajude a divulgar a petição contra o projeto original do Senador Azeredo.

sábado, 30 de maio de 2009

Quem tem medo da Internet?


A internet veio para ficar, isso a maioria das pessoas sabem e para o desespero de alguns “líderes” mundiais e inimigos dos direitos humanos e da democrácia, a internet mete muito medo, pois é uma ferramenta de comunicação poderosa e esses “líderes” sabem muito bem disso.

Pensando nisso é que a Sociedade internacional de direitos humanos, contratou a agência Ogilvy Frankfurt, na Alemanha, para fazer essas fotomontagens perfeitas, em protesto a esses “líderes”.
Fonte: http://blogonauta.net/