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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Informe do Dia: PSDB vai entrar na briga pela sucessão de Paes

POR FERNANDO MOLICA
Rio - O PSDB ensaia seus primeiros passos para a disputa da Prefeitura do Rio. Em reunião da executiva municipal do partido, o deputado federal Otavio Leite e a vereadora Andrea Gouvêa Vieira anunciaram que vão entrar na briga pela sucessão de Eduardo Paes.

Leite contará com o apoio de lideranças importantes como o ex-governador Marcello Alencar e o deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha. Em março, ele deverá assumir a presidência municipal do partido. Já a vereadora pretende fortalecer sua candidatura entre os jovens tucanos.

Lindberg 2014

De olho na sucessão estadual, Lindberg Farias (PT) reforça sua atuação no Interior, por onde tem andando com Marcelo Crivella (PRB). Na recente eleição para a Prefeitura de Mangaratiba, Lindberg não quis saber de apoiar o candidato de Sérgio Cabral.


PMDB em dúvida

A movimentação do senador petista preocupa setores do PMDB, até porque Crivella deverá se candidatar à Prefeitura do Rio. Tem gente achando que o anunciado apoio do PT à reeleição de Paes corre o risco de subir no telhado.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Luiz Sérgio: ‘Vamos fazer muito pelo Rio’

POR RICARDO VILLA VERDE

Rio - Futuro ministro das Relações Institucionais do governo da presidenta eleita Dilma Rousseff, o deputado federal Luiz Sérgio, presidente regional do PT do Rio, diz ter consciência dos desafios que terá pela frente. “O ministério é o responsável pelas relações do governo com o Congresso e com os estados”, explica ele, que pretende ajudar o Rio no cargo. “Poderemos puxar um pouco a sardinha para o nosso lado”, brinca ele.
Aos 52 anos, Luiz Sérgio foi reeleito para o quarto mandato de deputado. Fundador do PT, assim como o presidente Lula, ele iniciou atividade política no Sindicato dos Metalúrgicos, em Angra dos Reis, nos anos 80. Foi prefeito da cidade. Na Câmara Federal, foi líder do PT.
O DIA: Qual a função do Ministério das Relações Institucionais?
LUIZ SÉRGIO: O ministério tem funções importantes. Ele é o responsável, por exemplo, pela relação do governo federal com os estados, especialmente nas articulações para as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Cabe ao ministério resolver pendências que existam para os estados terem acesso às obras. Ele também cuida da relação com os municípios. E também trata do entendimento político com o Congresso Nacional.

Tendo em vista a coligação de 10 partidos que elegeu Dilma Rousseff, o senhor teme dificuldades na relação com o Congresso?
Em toda formação de governo nenhum partido acaba sendo atendido em 100% do que pleiteava. Governo de coalizão como o nosso é sempre de diálogo permanente. O importante é focar que existe um projeto que deu certo, que gerou renda e tirou pessoas da miséria, e foi construído dentro da coalizão.
Qual será o primeiro assunto que o senhor vai tratar ao assumir o cargo?
As eleições da Câmara e do Senado. No Senado já há um consenso e na Câmara estamos caminhando para também fechar este consenso. 
A intenção do PT é manter a proposta de dividir as presidências das duas casas com o PMDB? 
Cada eleição é um caso à parte. Na Câmara, o PT busca consenso para dividir com o PMDB o comando. O PT dirigiria a Câmara por dois anos e o PMDB, outros dois anos. Isso já está acordado. Mas o PMDB e o PT, juntos, não conseguem vencer a disputa na Casa. Temos de buscar consenso com outros partidos da base aliada.
Depois da formação do ministério, o próximo desafio do governo é o segundo escalão, como diretorias de estatais. Partidos aliados já têm demonstrado interesse nestes cargos, mas a presidenta eleita quer deixar para fevereiro. Dá para segurar as discussões sem criar descontentamentos na base aliada? 
Cada dia com seu desafio, com sua agonia. As estatais em um momento oportuno serão discutidas, se mudam ou não de comando. No geral, as empresas estão bem conduzidas, bem administradas. Não podemos ter pressa. Isso (negociações) tem que se dar em um processo normal.
E os royalties do petróleo? O presidente Lula vetou o artigo que prejudicava o Rio, mas o Congresso pode derrubar este veto. O governo tem como evitar que isso aconteça?
O ideal é que possamos formular uma proposta que venha dialogar com o Congresso, para que possamos ter uma solução definitiva para este impasse sobre os royalties. Vamos trabalhar firme por este diálogo. Tenho certeza que encontraremos uma solução satisfatória para todos os lados envolvidos. 
Como o senhor poderá ajudar o Rio? 
O Rio tem projetos importantes com o governo federal, como as obras do PAC que estão sendo feitas nas favelas. Vamos ter a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Muitos desses projetos passarão pelo ministério. Embora o ministério seja de todo o Brasil, não há como negar que poderemos puxar um pouco a sardinha para o nosso lado. Vamos fazer muito pelo Rio.
O senhor foi cotado para assumir o Ministério do Turismo e acabou nas Relações Institucionais. O senhor tinha preferência?
Não. Para mim, o importante foi que ficou evidenciado que o meu nome unificava o Rio para participar do primeiro escalão do governo da presidenta eleita Dilma Rousseff.

Com sua ida para o ministério, o PT ganha força na aliança com o governador Sérgio Cabral?
As relações com o governador estão ótimas e vão continuar assim. Minha ida para o ministério não muda nada.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Diplomados do Rio de Janeiro


DiplomaOk, você pode não concordar com os eleitos mas a democracia mais uma vez se mostrou e hoje foram diplomados os 70 deputados estaduais, os 46 deputados federais, os 2 senadores, seus 4 suplentes e o Governador e vice-governador. Assim encerrando todo o processo eleitoral.

O evento aconteceu no Theatro Municipal e foi conduzido pelo presidente do TRE-RJ Nametala Jorge. O interessante é que até ontem estava-se em dúvida se alguns nomes como Garotinho seria diplomado, o partido dele, o PR, inclusive temia que perdesse a vaga de deputado federal do Paulo Feijó para o PTdoB, já que este partido tinha liminar que garantia a contagem de votos de uma candidatura indeferida dando a eles uma vaga na Câmara. O TSE decidiu que candidatos sem registro deferidos não podem ter seus votos computados.
A ALERJ passou por uma renovação de quase 50%, dos 70 eleitos 26 foram eleitos pela primeira vez e 5 (Samuel Malafaia, Ricardo Abrão, Marcus  Vinícius, Nilton Salomão e Atila Nunes) tiveram passagem em outras legislaturas. Mutias alterações foram registradas ainda na composição das bancadas partidárias. A mudança mais significativa veio do PDT, que hoje tem seis parlamentares e passará a ter 11. O PMDB, partido do governador reeleito Sergio Cabral Filho, também terá seu número de deputados modificados, mas para menos: de 19 cadeiras ocupadas hoje, a legenda contará com 12 nos próximos quatro anos. O PHS, que conta com um deputado na Casa, ficará sem representante no próximo mandato. Mas o Parlamento ganhará a representação de três  partidos que, hoje, não figuram entre seus componentes: PRTB, PV e PRP.

Dos novos eleitos, 12 são vereadores em exercício de mandato, sendo quatro da capital, dois de São Gonçalo, dois de Nova Iguaçu, um de Petrópolis, um de Belford Roxo, um de Niterói, e um de Duque de Caxias.

A posse efetiva dos deputados será no dia 1o de fevereiro, quando também escolherão o novo Presidente da casa, hoje com Jorge Picciani (PMDB) que perdeu a eleição para o Senado. A disputa está entre dois nomes do PMDB, Paulo Melo e Domingos Brazão.

Abaixo, a lista dos deputados para próxima legislatura, por votação:

Wagner Montes (PDT)

Deputado mais votado, com 528.628 votos, o apresentador de televisão irá exercer seu segundo mandato no Parlamento estadual. Nos últimos quatro anos, esteve à frente da Comissão Permanente de Segurança Pública.

Marcelo Freixo (PSol)

Eleito para seu segundo mandato com 177.253 votos, Marcelo Freixo é niteroiense e professor de História. Em seu primeiro mandato, ficou conhecido por presidir a Comissão Permanente de Direitos Humanos e a CPI que investigou a atuação de milícias no estado.

Samuel Malafaia (PR)

Irmão do Pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, retorna à Casa após atuação parlamentar durante o mandato 2003/2006, quando foi corregedor da Assembleia, presidente da Comissão de Saúde e vice da Comissão de Prevenção ao Uso de Drogas.

Paulo Melo (PMDB)

Após receber 121.684 votos, o parlamentar chega ao seu sexto mandato. Nos últimos quatro anos, foi líder do Governo e presidente da Comissão Permanente de Constituição e Justiça. Também presidiu a CPI do Propinoduto, no mandato 2003/2006.

Clarissa Garotinho (PR)

Quinta deputada mais votada, Clarissa chega à Alerj após ter recebido 118.863 votos. Antes, exercia mandato de vereadora no município do Rio de
Janeiro. É filha do ex-governador do estado Anthony Garotinho.

Alexandre Corrêa (PRB)

Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Corrêa é estreante no Parlamento fluminense e nunca exerceu cargos eletivos. Ligado ao senador reeleito Marcelo Crivella (PRB-RJ), Alexandre Corrêa chega à Assembleia Legislativa após receber 112.676 votos.

Pedro Augusto (PMDB)

Radialista, Pedro Augusto irá exercer seu quarto mandato como deputado estadual, após receber 111.407 votos nas urnas. Devoto de Nossa Senhora Aparecida, regularmente ele promove romarias ao santuário de Aparecida do Norte, em São Paulo.

Rafael Picciani (PMDB)

Filho do presidente da Assembleia, deputado Jorge Picciani (PMDB), Rafael é estreante no Parlamento. Presidente da Juventude do PMDB na capital, ele foi o terceiro mais votado da bancada, com 96.034 votos. Antes de ser eleito, atuava como empresário.

Domingos Brazão (PMDB)

Eleito para o quinto mandato de deputado estadual, com 91.774 votos, Domingos Brazão, nos últimos quatro anos, foi vice-líder de seu partido, presidente da Comissão Permanente de Saneamento Ambiental e membro das comissões de Minas e Energia e Constituição e Justiça.

Cidinha Campos (PDT)

Eleita para seu quarto mandato com 89.553 votos, Cidinha, que também é apresentadora de TV, atuou nos últimos dois mandatos como presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Casa. Ex-radialista, foi duas vezes deputada federal.

Carlos Minc (PT)

Chegando ao sétimo mandato com 87.210 votos, Minc foi ministro do Meio Ambiente na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Autor de mais de 150 leis, esteve à frente da Comissão de Ciência e Tecnologia.

Edson Albertassi (PMDB)

Eleito com 83.254 votos para seu quarto mandato, o deputado tem atuação predominante no Sul fluminense, no município de Volta Redonda. Por duas legislaturas exerceu a função de presidente da Comissão Permanente de Orçamento.

Edino Fonseca (PR)

Pastor da Assembleia de Deus e magistrado inativo do Tribunal Regional do Trabalho, Edino Fonseca foi eleito com 77.061 votos para seu terceiro mandato. Nos últimos quatro anos foi presidente da Comissão de Normas Internas.

Dionísio Lins (PP)

Eleito para seu segundo mandato com 75.707 votos, o parlamentar presidiu a Comissão Permanente de Combate à Pirataria. Dionísio também atuou como vereador na cidade do Rio de Janeiro e como presidente do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).

Christino Áureo (PMN)

Eleito com 74.336 votos, irá exercer seu segundo mandato. Com formação em medicina veterinária, Christino tem atuação voltada para o fomento da agricultura no estado. Foi secretário estadual de Agricultura em três governos consecutivos.

Pedro Fernandes (PMDB)

Dentista por formação, está indo para seu segundo mandato após receber 69.571 votos. Foi presidente da Comissão Especial para o Cumprimento das Leis por dois anos, quando sugeriu a redução do número de normas em vigor. É também autor de leis em defesa dos obesos.

Lucinha (PSDB)

Foi vereadora no Rio de Janeiro por quatro mandatos – no último pleito, foi a mais votada da cidade. A tucana estreia no Parlamento fluminense após receber 67.034 votos. Tem reduto eleitoral na Zona Oeste da capital, em particular nos bairros de Santa Cruz e Campo Grande.

Andreia do Charlinho (PDT)

Mulher do prefeito de Itaguai, Charles Busatto, o Charlinho. Atuou como secretária de Educação no município e na cidade de Mangaratiba. Foi eleita com 62.559 votos, a terceira mais votada do seu partido.

Sabino (PSC)

Ex-prefeito de Rio das Ostras, começou na política lutando pela emancipação do município. Eleito com 62.522 votos, irá para o seu segundo mandato. Presidiu a Comissão Permanente de Segurança Alimentar e as Comissões Especiais de Aquicultura e Pró-Adoção.

Graça Matos (PMDB)

Eleita com 61.294 votos, irá exercer seu quinto mandato. Nas duas últimas legislaturas, atuou como primeira secretária da Casa. Com trabalho predominante no município de São Gonçalo, é mulher do deputado federal Edson Ezequiel (PMDB-RJ).

Dica (PMDB)

Com atuação política em Duque de Caxias, Dica irá assumir seu quarto mandato após receber 59.220 votos. Entre suas leis, destaca-se a que determina a informação de quitação em faturas de cartões de crédito e de concessionárias de serviço público.

Flávio Bolsonaro (PP)

Eleito com 58.322 votos, irá exercer seu terceiro mandato. Nos últimos quatro anos presidiu a Comissão Permanente de Defesa Civil. Tem atuação voltada prioritariamente para a área de Segurança Pública e defesa do servidor deste setor.

Rafael do Gordo (PSB)

Vereador em São Gonçalo, é filho do também vereador da mesma cidade Eduardo Gordo (PTdoB). Rafael chega à Assembleia Legislativa para seu primeiro mandato após receber 55.831 votos. É autor da lei que proibiu as “pulseirinhas do sexo” em São Gonçalo.

André Correa (PPS)

Irá assumir seu quarto mandato após receber 55.484 votos. Foi secretário estadual de Meio Ambiente e é autor da lei que proíbe a prática do nepotismo no estado. Nos últimos quatro anos presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio.

Márcio Panisset (PDT)

Eleito para seu segundo mandato com 55.027 votos, o pedetista é médico e irmão da prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset. Foi secretário municipal de Saúde daquela cidade. Na Alerj, esteve à frente da Comissão Permanente de Saúde.

Marcos Abrahão (PTdoB)

Com atuação política predominante no município de Rio Bonito, o deputado irá exercer seu terceiro mandato. Recebeu 52.525 votos. É coautor da lei 5.315/08, que criou o Conselho Estadual de Economia Solidária.

Marcos Soares (PDT)

Eleito com 52.099 votos, irá exercer seu segundo mandato no Parlamento fluminense. Advogado, é filho do missionário R.R. Soares, líder da Igreja Internacional da Graça de Deus. É autor do projeto de lei que cria a campanha permanente de educação postural nas escolas.

André Lazaroni (PMDB)

Eleito com 49.839 votos, irá exercer seu terceiro mandato. Advogado, especialista em Direito Ambiental, nos últimos quatro anos esteve à frente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente. Também presidiu a Comissão de Obras da Alerj.

Fábio Silva (PR)

Eleito para seu terceiro mandato, com 47.939 votos, o deputado Fábio Silva é advogado e apresentador de programas na Rádio Melodia. É autor da Lei 4.850/06, que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas em ônibus de trajeto intermunicipal.

Comte Bittencourt (PPS)
Irá exercer seu terceiro mandato, após receber 45.541 votos. Nas duas últimas legislaturas presidiu a Comissão de Educação da Casa, e comandou a elaboração do Plano Estadual de Educação. Tem atuação política predominante no município de Niterói.

Marcelo Simão (PSB)

Após receber 45.046 votos, o parlamentar irá exercer seu segundo mandato de deputado estadual. Com atuação política predominante em São João de Meriti, atuou como presidente da Comissão Permanente de Transportes nos últimos quatro anos.

Alessandro Calazans (PMN)

Com base política em Nilópolis, o parlamentar irá para seu quarto mandato, após receber 44.549 votos. Nos últimos quatro anos, presidiu a Comissão de Política Urbana e Habitação. É autor da lei que trata da destinação de carros avariados ou furtados.

Miguel Jeovani (PR)

Estreia no Parlamento fluminense, após receber 44.135 votos. Tem atuação predominante no município de Araruama, na Região dos Lagos, onde é empresário do ramo de supermercados. Jeovani nunca exerceu cargos eletivos.

Gustavo Tutuca (PSB)

Filho do prefeito de Piraí, Arthur Henrique, o Tutuca. Estreante na Assembleia Legislativa, recebeu 44.015 votos. Também atuou como secretário municipal de Administração. Na Alerj, pretende lutar pela inclusão digital.

Bernardo Rossi (PMDB)

Bacharel em Direito e vereador do município de Petrópolis por dois mandatos, onde foi presidente da Casa. Vai exercer seu primeiro mandato de deputado estadual, após receber 43.607 votos. Na Alerj, pretende lutar pela educação profissionalizante.

Iranildo Campos (PR)

Irá para seu terceiro mandato de deputado estadual, após receber 42.398 votos. Já atuou como presidente da Comissão de Defesa da Criança, Adolescente e Idoso. Foi vice-prefeito e secretário municipal de Saúde de São João de Meriti.

Chiquinho da Mangueira (PMDB)

Conhecido por ter sido idealizador do projeto de esporte ligado à comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio, o deputado irá para seu terceiro mandato, após receber 39.740 votos. Também foi presidente da Suderj e secretário de Estado de Esportes e Lazer.

Roberto Dinamite (PMDB)

Artilheiro do Vasco nas décadas de 70 e 80, irá assumir seu quinto mandato, após receber 39.730 votos. Representante do estado na União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale), é autor da lei 5.172/07, que cria mecanismos de tratamento a crianças com hipertensão arterial.

Márcio Pacheco (PSC)

Eleito para seu primeiro mandato, recebeu 39.537 votos. Cantor, advogado e ligado à Igreja Católica, é vereador na capital do estado, onde atua como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Paulo Ramos (PDT)

Irá atuar em seu quarto mandato, após receber 39.023 votos. Também exerceu dois mandatos como deputado federal, tendo participado da Assembleia Constituinte. Presidiu da Comissão Permanente de Trabalho e foi vice da Comissão de Servidores.

Rodrigo Neves (PT)

Irá assumir seu segundo mandato. Obteve 38.856 votos. Nos últimos quatro anos presidiu a Comissão de Assuntos Municipais. Sua estreia na política foi como vereador no município de Niterói, onde exerceu dois mandatos.

Coronel Jairo (PSC)

Egresso da Polícia Militar, irá exercer seu terceiro mandato. Recebeu 38.791 votos. Foi 1º vice-presidente da Casa entre 2007 e 2010. É autor da Lei 4.331/04, que obriga a instalação de circuito interno de video em casas noturnas.

Graça Pereira (DEM)

Com atuação política predominante no bairro da Ilha do Governador, irá exercer seu quarto mandato. Recebeu 38.746 votos. É autora da Lei 5.707/10, que obriga o cancelamento imediato de carteiras de habilitação de pessoas falecidas no estado.

Ricardo Abrão (PDT)

Chega à Alerj para exercer seu segundo mandato de deputado estadual – cargo que ocupou no mandato 2003/2006. É filho do ex-prefeito de Nilópollis, Farid Abrão David. Foi eleito após receber 37.742 votos.

Gilberto Palmares (PT)

Após receber 36.519 votos, o petista irá exercer seu terceiro mandato de deputado estadual. Ligado a movimentos sindicais, nesta legislatura, Palmares presidiu a CPI das Barcas e foi responsável pela Escola do Legislativo Fluminense.

Marcus Vinicius (PTB)

Presidente estadual do seu partido, Marcus Vinicius recebeu 35.508 votos. Foi suplente na legislatura 2007/2010, e assumiu o mandato em 2008. Tem base política no município de Petrópolis, região Serrana do Rio.

Altineu Cortes (PR)

Com base eleitoral predominante em São Gonçalo, o deputado irá exercer seu terceiro mandato. Obteve 35.176 votos. Nos últimos quatro anos foi presidente da Comissão Permanente de Defesa da Pessoa Portadora de Deficiência.

Gerson Bergher (PSDB)

Eleito com 35.069 votos, o decano da Alerj chega ao seu quarto mandato. Marido da vereadora da capital Teresa Bergher (PSDB), também foi vereador da capital, tendo sido presidente da Casa. Na Assembleia, esteve à frente da 2ª Secretaria da Mesa.

Waguinho (PRTB)

Estreante na Casa, Waguinho foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Belford Roxo, de onde é funcionário de carreira. Durante sua gestão, conseguiu a diminuição salarial dos vereadores. Foi eleito com 34.820 votos.

Aspásia Camargo (PV)

Vereadora do Rio de Janeiro por dois mandatos, este será seu primeiro como deputada estadual, após receber 34.733 votos. Na Câmara, presidiu a CPI da Desordem Urbana. Professora universitária, Aspásia também é pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas.

Luiz Paulo (PSDB)

O tucano irá assumir seu terceiro mandato como deputado estadual, após receber 34.502 votos. Ex-vice governador do Estado, Luiz Paulo também atuou como secretário municipal de Obras e de Urbanismo do Rio. Foi corregedor da Casa entre 2008 e 2010.

Claise Maria Zito (PSDB)

Mulher do prefeito de Duque de Caxias e ex-deputado estadual, José Camilo Zito, Claise estreia na Assembleia Legislativa após receber 33.664 votos. Atuou como secretária municipal de Assistência Social e Direitos Humanos em Caxias.

João Peixoto (PSDC)

Representante do município de Campos, irá assumir seu quarto mandato, após receber 33.203 votos. Pecuarista, ele liderou seu partido na Alerj. Também atuou como secretário municipal de Agricultura e como vereador.

Felipe Peixoto (PDT)

Vereador em Niterói por três mandatos – tendo sido o mais votado nas últimas eleições municipais –Peixoto estreia no Parlamento fluminense, após receber 32.855 votos.Construiu sua carreira dentro do movimento estudantil.

Samuquinha (PR)

Estreante na Assembleia Legislativa do Rio, Samuquinha é filho do radialista Samuca, do programa Patrulha da Cidade, e já exerceu, por três vezes, mandato de vereador no município de Duque de Caxias. Nestas eleições, conquistou 32.563 votos.

Roberto Henriques (PR)

Ex-vice prefeito de Campos dos Goytacazes, ex-prefeito interino e ex-secretário de Governo daquele município do Norte fluminense. Em seu primeiro mandato como deputado estadual, Henriques recebeu 32.369 votos.

Nilton Salomão (PT)

Irá exercer seu quarto mandato na Casa, após receber 31.249 votos. Entre 2007 e 2010 foi suplente da sua coligação. Tem base política em Teresópolis, e é autor de leis voltadas para a terceira idade e o tratamento de diabetes.

Zaqueu Teixeira (PT)

Delegado, foi chefe de Polícia Civil durante a gestão de Benedita da Silva no Governo estadual. Irá exercer seu primeiro mandato como deputado estadual, após receber 30.583 votos. É representante do município de Queimados.

Inês Pandeló (PT)

Representante de Barra Mansa, irá exercer seu terceiro mandato, após receber 28.798 votos. Liderou seu partido e presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Alerj. Também foi prefeita do seu município.

José Luiz Nanci (PPS)

Médico anestesiologista, ele atuou como vereador por cinco mandatos em São Gonçalo, Região Metropolitana, com atuação voltada para a Saúde. Irá estrear no Parlamento fluminense, após receber 28.798 votos.

Bebeto (PDT)

O jogador de futebol, tetracampeão do mundo em 1994 e baiano de nascimento, irá exercer seu primeiro mandato como detentor de cargo eletivo no Parlamento fluminense. No último pleito, ele conquistou 28.328 votos.

Luiz Martins (PDT)

Eleito para a Assembleia Legislativa do Rio com 26.002 votos, o pedetista irá exercer seu primeiro mandato como deputado estadual. Foi assessor da prefeita de Nova Iguaçu e ex-deputada estadual Sheila Gama.

Myrian Rios (PDT)

Atriz e apresentadora de programas de rádio e TV na emissora católica Rede Canção Nova, Myrian Rios recebeu 22.169 votos para seu primeiro mandato como deputada estadual. Ela pretende atuar em defesa da Educação.

Geraldo Moreira (PTN)

Com atuação política predominante no município de Duque de Caxias, irá exercer seu quarto mandato, após receber 21.987 votos. Atuou nas comissões de Defesa dos Direitos Humanos e de Emendas Constitucionais e Vetos.

Átila Nunes (PSL)

Após ter recebido 21.366 votos, o deputado passará a ser recordista em números de mandatos, com 11 no currículo. Tem atuação voltada para questões de defesa do consumidor e de combate à intolerância religiosa.

Enfermeira Rejane (PCdoB)

Vice-presidente do Conselho Regional de Enfermagem, ex-presidente do Sindicato dos Enfermeiros e diretora da CUT no Rio. Em sua estreia no Parlamento fluminense, após receber 21.033 votos, pretende atuar em favor de sua categoria profissional.

Thiago Pampolha (PRP)

Mais jovem parlamentar da nova legislatura, Thiago é estreante na política e recebeu, nestas eleições, 19.329 votos. É empresário e tem sua base de atuação política na Zona Oeste da capital, em bairros como Bangu e Santa Cruz.

Xandrinho (PV)

Advogado e vereador em Nova Iguaçu durante três mandatos. Atuou como líder do Governo durante o mandato do ex-prefeito e senador eleito Lindberg Farias (PT-RJ). Foi eleito deputado estadual com 16.151 votos.

Rosângela Gomes (PRB)

Bacharel em Direito e vereadora em Nova Iguaçu por dois mandatos, onde esteve à frente da Comissão dos Direitos da Mulher. Para seu primeiro mandato como deputada estadual, Rosângela teve 10.586 votos.

Janira Rocha (PSol)

Eleita com 6.442 votos, irá exercer seu primeiro mandato na Alerj. Servidora do INSS e membro do Sindsprev, é uma das fundadoras do seu partido no estado. Ligada à ex-senadora Heloísa Helena, pretende trabalhar pela valorização dos jovens.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Marcelo Crivella (PRB) com 44%

Na disputa ao Senado, Marcelo Crivella (PRB) e Lindberg Faria (PT) seriam eleitos com 44% e 37% dos votos.
Se a eleição fosse hoje, Lindberg garantiria a segunda cadeira no Senado, que até agosto era do ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM), que foi de 26% no mês passado para 27% em setembro.
O candidato Jorge Picciani (PMDB) aparece em quarto lugar, com 18% dos votos. Waquinho (PTdoB) tem 9%, Marcelo Cerqueira (PPS), 4% e Milton Temer (Psol), 3%. Brancos e nulos somam 16% e indecisos, 24%.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Esperamos que Lula mantenha sua palavra para Crivella

A última cartada de Picciani

Depois de unir sua campanha a de Lindberg Farias, Jorge Picciani ainda tenta conseguir uma mensagem de apoio de Lula para o seu programa de TV. Hoje, Lula aparece em propagandas de Lindberg e Marcelo Crivella. Como não há um vídeo pedindo voto para os dois ao mesmo tempo, o PMDB-RJ não considera absurdo o presidente pedir votos para três candidatos ao Senado no Rio de Janeiro em inserções diferentes.

Mesmo assim, a tendência é que o pedido não seja aceito e o programa seguirá usando um vídeo de Lula elogiando Picciani em 2002.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Crivella – “Sou candidato ao Senado e nossa aliança principal é com o povo do Rio”

Ontem, em pronunciamento em Plenário do Congresso Nacional, Senador Crivella dá por encerrada as especulações da mídia e declara que é candidato ao Senado em respeito ao povo e afirma que a aliança principal é com o povo do Rio de Janeiro.

Interessante que blogs, sites e twitter “afirmavam” que Crivella viria como deputado federal e nós fizemos questão de colocar alguns para que o leitor veja a questão de credibilidade de uma notícia.

Nós, os editores do blog Amigos do Crivella, estávamos aguardando a posição oficial do senador Crivella e nenhuma outra posição nos impressionava.

Vale a lembrança que “furo de reportagem” só vale quando é fidedígna o que divulga.

Blog Militar Legal 1/7/10

Twitter

  1. @guifonseca_ Uma vaga de senador está aberta. Todo mundo tem chances… about 12 hours ago via web in reply to guifonseca_
  2. @guifonseca_ E Crivella desistiu de ser senador…diz Sidney Rezende about 12 hours ago via web in reply to guifonseca_
  3. @BlogdoNoblat Crivela vai concorrer a deputado federal? Está confirmada a informação? about 12 hours ago via web in reply to BlogdoNoblat
  4. Paduanos querem acabar com pedra miracema. Leia www.miracemarj.blogspot.com about 12 hours ago via web
  5. @mirinhobraga Sidney Rezende noticiou e Vinicícius Cordeiro (PT do B) acabou de confirmar aqui no Twitter. about 12 hours ago via web in reply to mirinhobraga
  6. @MCrivella O senhor saiu da disputa do senado federal? about 12 hours ago via web in reply to MCrivella
  7. @JorgePicciani Sidney Rezende noticiou e Vinicius Cordeiro (PT do B) acabou de confirmar via Twitter.Manoel Ferreira tb correu. about 12 hours ago via web in reply to JorgePicciani
  8. RT @viniciusptdob: com a saída de Crivella e Manoel Ferreira da disputado do senado..o unico evangelico é WAGUINHO! que ja batia 6 ponto about 12 hours ago via web
  9. @viniciusptdob fica aberta uma vaga para senador então…qquer um pode ganhar about 12 hours ago via web in reply to viniciusptdob
  10. @viniciusptdob Crivela é federal mesmo? about 12 hours ago via web in reply to viniciusptdob
  11. Garotinho e Crivela vão disputar vaga de deputado federal. Saída de Crivela deixa aberta vaga de senador.http://migre.me/TegW about 13 hours ago via web
  12. @JorgePicciani Crivela vai correr da disputa? about 13 hours ago via web in reply to JorgePicciani

AMIGOS DO CRIVELLA

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Remédio a preço de custo para aposentados do INSS

Os aposentados pelo INSS, portadores de doença grave, poderão pagar pelo preço de custo os remédios de uso contínuo desde que sejam receitados por médicos do SUS, é o que propõe o projeto de autoria do senador Marcelo Crivella(PRB-RJ) para ajudar os aposentados de baixa renda.

Dorleni Dornelles

Assessora de Imprensa Sen Marcelo Crivella
dorleni@senado.gov.br

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Um alerta, uma “notificacão extra-judicial” – JB ONLINE divulga lista de forma difamatória e mentirosa

NOSSA INDIGNAÇÃO E REPÚDIO PARA COM O JORNAL DO BRASIL ONLINE

Desde sexta-feira, 21/05, o JB Online permanece com esta lista publicada e de forma caluniosa e difamatória inclui o nome do SENADOR MARCELO CRIVELLA.

Entramos em contato com a assessoria do Senador Crivella e comunicamos o que estava sendo divulgado em blogs e sites e agora com o “aval” da matéria publicada no JB Online.

A assessoria do Senador Crivella entrou em contato com o JB e ontem, 22/05, e eles publicaram a certidão de nada consta do Senador Marcelo Crivella emitida pelo STF.

De forma surpreendente e maliciosa o Jornal do Brasil Online NÃO retirou o nome do Senador Crivella ou melhor não publicaram a matéria de forma correta, com ética e decência como se espera de um jornal de grande porte e formador de opinião.

O Jornal do Brasil, de maneira INFANTIL ou IRRESPONSÁVEL, publica uma matéria sem buscar a veracidade!

Sendo o JB uma fonte considerada “quente” outros jornais, sites e blogs com muito “prazer” replicaram a matéria e alguns linkando a fonte… o JB Online.

Estamos com links e material de todos os blogs, sites e e-mails que estão indevidamente publicando a mentira e a calúnia e alertamos aos seus administradores que estamos documentados, como imagens abaixo, e estes documentos estão sendo encaminhados para a assessoria jurídica do Senador Marcelo Crivella.

O JB DE FORMA IRRESPONSÁVEL passou a ser conivente com a calúnia e a difamação.

BLOGS E SITES REPLICARAM E ALGUNS AINDA COLOCAM LINK DO JB:

Manifesto Brasil

ClickPB

NEXO CULTURAL

Denúncias e Críticas

Infomativo Turista

A LISTA NÃO TERMINA AQUI!

EM ARQUIVO TEMOS OUTROS BLOGS E SITES.

ACONSELHAMOS QUE OS SENHORES OU SENHORAS ESTUDEM UM POUCO SOBRE A RESPONSABILIDADE CIVIL E INDICAMOS O AUDIO LIVRO ” ELEIÇÕES DIGITAIS” A NOVA LEI ELEITORAL NA INTERNET.

ESTE É UM ALERTA DO BLOG AMIGOS DO CRIVELLA PARA TODOS QUE TENTAM DENEGRIR A IMAGEM DO SENADOR MARCELO CRIVELLA.

DESEJAMOS LEMBRAR QUE ESTAMOS EM 2010 E O BLOG AMIGOS DO CRIVELLA TRABALHA PARA DIVULGAR A ATUAÇÂO PARLAMENTAR DO SENADOR CRIVELLA COMO TAMBÉM SER UM ATALAIA, UM CANAL PARA DESMASCARAR OS QUE TRABALHAM DE FORMA DESONESTA E INFAME.

O SENADOR CRIVELLA TEM NESTE BLOG VÁRIAS VOZES QUE DE FORMA VOLUNTÁRIA E ESPONTÂNEA ABREM A BOCA E VERBALIZAM SUAS OPINIÕES ATRAVÉS DESTE BLOG QUE É EDITADO POR PESSOAS QUE ACREDITAM E DEPOSITAM CONFIANÇA EM UM HOMEM QUE FEZ E QUE FAZ POR ONDE MERECER O NOSSO RESPEITO E ADMIRAÇÃO.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

PR. M. PRICE FARÁ CONVOCAÇÃO GERAL ÀS IGREJAS EVANGÉLICAS PARA APOIO CONJUNTO ÀS FAMÍLIAS DESABRIGADAS E ENLUTADAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Ouça todos os Sábados às 21h na 93.3FM(RJ). Participe ao vivo também (21) 2529-2954 ! Retransmita essa mensagem e abençoe muitas vidas !
PR. M. PRICE FARÁ CONVOCAÇÃO GERAL ÀS IGREJAS EVANGÉLICAS PARA APOIO CONJUNTO ÀS FAMÍLIAS DESABRIGADAS E ENLUTADAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO….. e ainda uma mensagem de solidariedade….

Mensagem especial ” EXMO. SR. JESUS CRISTO: O SUPREMO ADVOGADO E JUIZ ” será ouvida no programa dia 17/04/10. E ainda Reflexões de Fé e Vida com Cristina Price. Não perca esse programa !

Mensagens de Fé : http://www.youtube.com/watch?v=ELEm1JKYy0E

” Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; porquanto eu estou contigo e ninguém ousará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade.”

” Assim a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente.”

Atos 18.9-10 ; 20.19

Ouça também pela internet www.radio93.com.br

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domingo, 11 de abril de 2010

Catástrofes no Rio de Janeiro e a Cidade da Música de César Maia: desumanidade

Diante da recente catástrofe no Rio de Janeiro (este artigo atem-se à tragédia na capital do Rio, para se ter um parâmetro), muita gente entende que não é hora de achar os culpados, mas de resolver os problemas. Discordo. Como cidadão carioca e cristão, penso que tenho o direito e o dever de manifestar-me, sob pena de praticar o pecado da omissão. Neste momento angustiante, o mais correto é achar os culpados e concomitantemente resolver os problemas, socorrer os desabrigados e procurar os corpos soterrados. Os culpados não podem ser esquecidos, jamais. Todos sabemos que após a poeira baixar, os culpados não serão procurados e sequer incomodados. É sempre assim. Ou não estou falando a verdade!

Durante dezesseis anos o município do Rio de Janeiro foi governado pelo mesmo grupo político – o de César Maia (1993 – 2008).

César Maia (foto) é uma figura estranha, que parece não gostar de ninguém.

Quem não se lembra que governo federal foi obrigado a decretar estado de calamidade pública no setor hospitalar do SUS (Sistema Único de Saúde) do Rio de Janeiro, em 2005, quando César Maia era prefeito?

Quem não se lembra que diante da crise na Saúde, e em meio intervenção federal, César Maia decretou a exoneração dos diretores de quatro dos seis hospitais que estavam sob intervenção – o da Lagoa, do Andaraí, de Jacarepaguá, de Ipanema, o Souza Aguiar e o Miguel Couto e a demissão de 336 funcionários, no total; além da suspensão de licitações para obras nestas unidades?

Quem não se lembra da epidemia de dengue no Rio, em 2008, onde César Maia foi muito criticado devido sua pífia atuação diante do quadro alarmante de dengue, onde dezenas de vidas foram ceifadas? Tal desleixo levou muitas pessoas apelidarem a epidemia de dengue, de ‘EpideMaia’.

Não quero aqui perder muito meu tempo para ficar lembrando dos fatos desastrosos de César Maia, à frente do governo municipal do Rio, mas diante da recente desgraça que se abateu sobre o Rio, há algo que tem que ser lembrado diuturnamente – é a construção da Cidade da Música, que recebeu o nome de Roberto Marinho, situada na Barra da Tijuca. Uma das maiores afrontas ao povo carioca, por parte de César Maia.

As obras daquela aberração carioca começaram em 2003, com um custo inicial estimado em R$ 80 milhões de reais. Hoje, além de não estar pronta, aquele elefante branco já consumiu dos cofres públicos mais de R$ 500 milhões de reais.

Por conta desse rio de dinheiro em torno da construção, foi criada na Câmara de Vereadores do Rio a CPI da Cidade da Música para investigar os gastos na obra. Segundo os cálculos dessa CPI, seriam necessários R$ 700 milhões para finalizar o projeto (recursos estes que dão para construir 14.000 casas populares).

Devido às recentes chuvas que causaram enormes problemas para a cidade do Rio de Janeiro (sem citar Niterói e outros), o prefeito Eduardo Paes solicitou ao governo federal que libere uma verba de R$ 370 milhões para a realização de obras estruturais na cidade, a fim de se evitar problemas vindouros semelhantes aos recentes.

Comparemos agora:

Tem algo de errado aí?

Onde está César Maia para explicar essa comparação?

Alguém será responsabilizado por esses gastos absurdos?

Em suma, a Bíblia é clara:

César Maia é pré-candidato ao Senado Federal, mas nem o candidato ao governo do estado do Rio, Fernando Gabeira, quer Maia na coligação, tamanha é a rejeição dessa figura da política carioca.

Caso César Maia insista, implore, chore e realmente venha como candidato ao Senado, diante do exposto caberá ao povo do Rio a (ir)responsabilidade de escolhê-lo ou não, para nos ‘representar’ em Brasília.

O Rio não merece César Maia, pois se estivesse em Brasília, certamente deveria estar nos representando como seu filho Rodrigo Maia (deputado federal) nos representa (no dia da importante votação em favor do Rio de Janeiro, pelos royalties do petróleo, Rodrigo Maia foi um dos deputados do Rio que não compareceu à votação para defender o Rio). Sinceramente, não sei que tipo de espírito tem essa gente.


É possível verificar alguns projetos para a construção de casas boas e com um custo pequeno. Há alguns projetos em outros estados, mas quero ater-me ao Rio. É o caso do Projeto Cimento Social, de autoria do Senador Marcelo Crivella (foto).

Segundo matéria publicada no Jornal O Dia, de 16 de julho de 2009, a construção de casas em placas de argamassa custa, em média, R$ 50 mil. Crivella construiu algumas casas no Morro da Providência e segundo a matéria, com dinheiro advindos dos direitos autorais pela venda de seus CDs e DVDs, pois ele também é cantor gospel.

Veja a matéria jornalística, mostrando a construção das casas (um detalhe: são casas muito boas)

Youtube

Vamos às contas:

R$ 700.000.000 (setecentos milhões) – Cidade da Música de César Maia

R$ 50.000 (cinquenta mil) – Casa popular do Projeto Cimento Social

Dividindo 700.000.000 por 50.000 = 14.000 casas populares

Nota-se portanto que apenas nesse exemplo 14.000 famílias (calculando por baixo, supomos que cada família tenha 4 integrantes. Seriam 56.000 pessoas) poderiam estar morando dignamente e, quem sabe, muitas delas não estariam agora enlutadas por terem perdido seus entes queridos.

Peçamos a Deus sabedoria para saber escolher melhor nossos representantes.

Oremos por César Maia para que tenha um coração contrito.

Oremos pelo senador Crivella para que Deus continue dando-lhe sua graça e que o Projeto Cimento Social seja levado adiante.

E que tenhamos sensatez e expurguemos da política algumas figuras abjetas.

Quantcast

terça-feira, 16 de março de 2010

COVARDIA CONTRA O RIO!

COVARDIA CONTRA O RIO!


Participe você também da passeata contra essa covardia.

Amanhã (17/03), concentração na Candelária às 15:30 horas.

Independência ou Royalties

sábado, 13 de março de 2010

Crivella vota para ganhar o "OSCAR" do Pânico na TV em...

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Crivella rejeita mudanças na distribuição de ‘royalties’ do petróleo

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O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) repudiou nesta terça-feira (9) emenda dos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG) que divide os recursos dos royalties do petróleo, mesmo fora da camada pré-sal , conforme os Fundos de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM). O senador disse que a emenda pretende mexer em “ato jurídico perfeito”, com graves prejuízos para os estados produtores de petróleo, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.

Em discurso no Plenário, Crivella acusou “uma maioria constituída por puro oportunismo eleitoral, ou por ambição, de tentar massacrar a minoria”. E advertiu que alguns municípios de estados produtores de petróleo, como Campos (RJ), correm o risco de quebrar financeiramente. Essa cidade fluminense, com uma receita anual de R$ 1,6 bilhão, perderia R$ 1,1 bilhão, caso seja aprovada a emenda dos deputados.

Trator

Com apoio do senador Magno Malta (PR-ES), Crivella criticou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que teria anunciado disposição de aprovar logo as quatro propostas sobre o pré-sal, inclusive a que trata da distribuição dos royalties. Ele disse que os senadores dos estados produtores de petróleo não aceitam que “passem um trator por cima do povo” que eles representam.

Crivella informou que sete senadores – três do Espírito Santo, três do Rio de Janeiro e um de São Paulo – rejeitam a mudança nos critérios de distribuição dos royalties e, como são da base do governo, “podem fazer falta” à maioria governista na hora de votação dos projetos do pré-sal.

Magno Malta disse, em aparte, referindo-se a Romero Jucá, que “um líder tem que agregar, não desagregar” e prometeu ir “até as últimas consequências” em nome da responsabilidade que tem com Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

Da Redação / Agência Senado

Amigos do Crivella

A distribuição dos royalties e sua interferência política.



O Brasil é um país rico em recursos minerais, cada região potencialmente desenvolve sua atividade econômica e contribui efetivamente com a União e essa sucessivamente com os demais municípios de acordo com a necessidade de cada um.

Ao se tentar alterar esse ciclo coloca-se em risco iminente o desenvolvimento não somente de alguns Estados mais de toda Nação. É como se tirássemos o direito do agricultor de colher sua safra.

Como representante eleito pelo povo campista e ciente de que uma possível interrupção abrupta dos recursos fornecidos ao município, através da exploração do petróleo em nossas terras é uma agressão, visto os impactos econômicos e sociais que afetariam diretamente os munícipes.

Quando falamos em “royalties” é preciso um entendimento que não estamos nos referindo a um bônus, e sim a uma compensação. Que na maioria das vezes não é suficiente para suprir os danos ambientais sofrido nas regiões exploradas, nesse caso os Estados e Municípios produtores de petróleo.

Não se trata de favoritismo o que está em pauta é uma articulação política que não avalia os critérios e fere à Constituição Brasileira e pondo em risco o estado democrático do direito. E é por isso que levanto essa bandeira e digo: “NÃO A REDISTRIBUIÇÃO DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO”.

Blog Vereador Vieira Reis

terça-feira, 2 de março de 2010

Nota oficial do Senador Crivella – Uma mensagem…

No momento em que todos lamentamos o trágico acontecimento que atingiu nossos irmãos chilenos reacende no mundo a preocupação com a natureza, pois está provado que o desmatamento de florestas, os testes nucleares, a queima irresponsável de combustível fóssil e o consequente aquecimento global, tem implicações complexas, crônicas e em parte desconhecidas na superfície e no interior da Terra.

A insanidade humana tem seu preço e isso foi previsto por Jesus quando disse que por se multiplicar o pecado e se esfriar o amor, com a vinda dos tempos, haveriam guerras e teremotos, fomes e destruições.

Ainda há tempo de construir um mundo melhor e rm momentos assim é bom lembrar que se um décimo do orçamento militar das grandes potências fosse utilizado na produção de alimentos, acabaria a fome no mundo. Se a oração que Jesus ensinou fosse compreendida e todos chamássemos Deus de Pai Nosso acabariam as guerras milenares entre as nações africanas, entre árabes e judeus, entre católicos e protestantes.

Que o terremoto do Chile não deixe apenas lágrimas nos olhos mas sobretudo uma mensagem a nossa consciência.

Senador Marcelo Crivella

www.marcelocrivella.com.br

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Projeto anti-homofobia pode ser derrubado no Senado Federal

Se não for modificado, o projeto de lei que torna crime a homofobia no País, aprovado na Câmara após 5 anos de tramitação, deve ser derrubado no Senado. “O projeto pune manifestações de pastores e padres que causem constrangimento e humilhação”, afirmou a relatora do proejto, senadora Fátima Cleide (PT-RO).

Para evitar o arquivamento, a relatora do PLC 122/2006, senadora Fátima Cleide (PT-RO), vai apresentar substitutivo até o fim de junho. Após oito anos de debate, o projeto amargará derrota caso seja levado à votação no Senado, admite a parlamentar.

A proposta volta ao estágio da negociação de emendas no mês da maior parada gay do mundo, marcada para o dia 14, em São Paulo. “Estou disposta a apresentar substitutivo. É o único caminho para incriminar a homofobia”, diz Fátima.

Para alguns parlamentares, o texto atual instituiria uma “ditadura gay” no País. Em sua avaliação, a visão de religiosos que qualificam a homossexualidade como pecado poderia se tornar crime caso o PLC seja aprovado. “O projeto pune manifestações de pastores e padres que causem constrangimento e humilhação. Mas pensamos em excluir esse tema. Já há um certo acordo”, afirmou a relatora.

A senadora, porém, recusa-se a detalhar quais serão as concessões. “Se disser que vou retirar o padre e o bispo, vão querer retirar também os pontos que tratam da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e outras penalidades. Aí, acabou o projeto de novo.”

Fátima pretende consultar especialistas para redigir o novo projeto. A proposta inicial foi apresentada pela deputada Iara Bernardi (PT-SP) em 2001 e aprovada em 2006. O PLC estacionou em comissões do Senado. Agora, o substitutivo terá de voltar à Câmara.

O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Toni Reis, não considera o novo texto um retrocesso. “Pelo contrário, é um amadurecimento do movimento. (Mas) pode demorar. Vamos negociar com a Frente Parlamentar (pela Cidadania LGBT) para acelerar”, afirma Reis.

Mudanças

O PLC altera a Lei de Combate ao Racismo, a CLT e o Código Penal e inclui “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero” nos crimes de “discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”. É o inciso contra “ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica” enfrenta resistência religiosa.

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, propôs a supressão do inciso. “Precisamos preservar o livre exercício do culto religioso e garantir o direito dos homossexuais”, afirma. “Não podemos tornar crime as opiniões.”

Se acatadas as suas sugestões, o senador afirma que vota pela aprovação do texto. Segundo Crivella, sua proposta iguala homofobia ao racismo. “Concordo com as penas. Qualquer extrapolação que possa incitar o ódio estará na lei como crime.”

O senador Magno Malta (PR-ES) apresenta voto pela rejeição ao projeto. Procurado pela reportagem durante duas semanas, não respondeu.

Questionada, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não tem posicionamento oficial, mas repudia a discriminação.

Conhecida por decisões favoráveis a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, Maria Berenice Dias, ex-desembargadora do Tribunal de Justiça do RS, afirma que não há justificativa para posicionamento contrário ao projeto. “Querem manter a prerrogativa de falar contra homossexuais”, diz. “Há manipulações para retardar a lei. Infelizmente, prefiro que o projeto seja rejeitado. Os parlamentares, assim, assumem posição contra essa população.”

Fonte: Bem Paraná