Muito obrigado por vocês prestigiarem nosso trabalho durante todo o ano de 2010.
Um grande abraço,
Daniel Pearl Bezerra – editor geral do Blog da Dilma
Depois de unir sua campanha a de Lindberg Farias, Jorge Picciani ainda tenta conseguir uma mensagem de apoio de Lula para o seu programa de TV. Hoje, Lula aparece em propagandas de Lindberg e Marcelo Crivella. Como não há um vídeo pedindo voto para os dois ao mesmo tempo, o PMDB-RJ não considera absurdo o presidente pedir votos para três candidatos ao Senado no Rio de Janeiro em inserções diferentes.
Mesmo assim, a tendência é que o pedido não seja aceito e o programa seguirá usando um vídeo de Lula elogiando Picciani em 2002.
O presidente Lula conversou com o bispo Romildo Ribeiro Soares, conhecido como Missionário R. R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus. Segundo a Folhad e São Paulo de hoje, Lula dará uma entrevista ao programa do missionário R. R. Soares, em junho.É um momento de campanha, embora em horário de expediente, com vistas a reforçar a candidata Dilma junto ao público evangélico.BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que as divergências entre PT e PMDB nos Estados não podem ser impeditivos para a campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência em 2010. Portanto, poderá haver Estados em que Dilma terá dois palanques, um de cada partido. Após votar na eleição interna do PT, ele disse que o novo comando petista deve se empenhar para reduzir problemas na montagem dos palanques. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Ao lado de Dilma, Lula disse que a ministra deverá subir em palanques diferentes nos Estados. - Não tenho mais ilusão quando se trata das disputas locais. Por mais que a gente oriente as pessoas que o que deve prevalecer é um projeto nacional, normalmente o que tem acontecido é que cada um olha para o seu umbigo e prevalecem as questões dos Estados - afirmou.
- O que é importante é que, se houver divergência na base aliada nos Estados, isso não seja impeditivo para a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos - completou Lula.
Ao contrário do que deseja o presidente, PT e PMDB deverão lançar candidatura própria no Acre, Bahia, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. - É sempre difícil imaginar que um candidato ou candidata a presidente vá ao Estado fazer comício em dois palanques diferentes - disse. O presidente lembrou que a eleição ao governo de Pernambuco em 2006 foi um "sucesso extraordinário" da base aliada. Eduardo Campos, do PSB, o vencedor, e Humberto Costa, do PT, subiram no mesmo palanque com Lula para apoiar a reeleição do presidente, embora disputassem votos. - É sempre complicado, parece fácil colocar no papel, muito simples, mas na prática você não tem como fazer dois discursos, pedir votos para dois candidatos diferentes - salientou.
O presidente avaliou que o PT disputará as eleições de 2010 mais fortalecido, "muito maior, mais calejado e mais senhor da situação" do que nos pleitos anteriores. Questionado sobre os desgastes sofridos pelo partido nas crises políticas ocorridas nos oito anos de governo, o presidente disse que erros sempre ocorreram nos partidos que estiveram no poder em qualquer parte do mundo. - Não existe na história política e partidária do mundo, um partido que estando no poder não tenha cometido erros. Precisamos ter clareza de que os erros cometidos devem servir de ensinamento para que isso não ocorra outra vez - enfatizou.
Ele avaliou que a disputa de cinco candidatos para presidir o PT não mostra divisão, mas pluralidade. O presidente comentou que o clima para a escolha da nova direção do partido estava tranquilo. O ex-senador José Eduardo Dutra, seu candidato, é favorito para vencer a eleição disputada por quatro outros petistas sem expressão. - Quando não tem disputa tudo fica tranquilo - disse. - Essa nova direção vai coordenar a campanha política e os trabalhos da companheira Dilma Rousseff - afirmou. - É importante que o partido faça agora e a gente comece o ano com uma direção bastante aquecida, disposta a ganhar - concluiu.
Informações do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte: uol.com.br
O comitê da candidatura do Rio de Janeiro a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 desfez na noite desta quarta-feira o maior mistério da campanha. O Rio-2016 divulgou a lista de quem vai defender a cidade na apresentação para os membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) na sexta-feira.
A caravana de políticos que acompanha o presidente Lula também ganhou passe livre para a sala da cerimônia, onde podem entrar apenas 60 representantes de cada cidade finalista. Estão nessa lista os ministros Orlando Silva (Esporte), Luiz Eduardo Barretto (Turismo) e Franklin Martins (Comunicação Social), o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, e o senador Marcelo Crivella.
O Rio de Janeiro será a terceira cidade a se apresentar.
A delegação brasileira iniciará a sua defesa às 07h05 (de Brasília), depois de Chicago e Tóquio. Madri vai encerar a série de apresentações.
O time brasileiro tem 70 minutos para se defender, sendo que 15 minutos serão para responder as perguntas dos membros do COI. A definição da cidade que irá organizar os Jogos Olímpicos de 2016 acontecerá por volta das 14h.
Petistas tentam convencer Lula a emplacar um evangélico como vice de Dilma Rousseff, como o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).


No próximo dia 3 de setembro o Presidente Lula assinará a Lei que cria oficialmente O DIA NACIONAL DA MARCHA PARA JESUS
Projeto de Lei de autoria do Senador Marcelo Crivella - PRB RJ
E como a Lei será sancionada já temos a data para 2010 que será em 5 de Junho, exatamente 60 dias após a Páscoa.
Mais uma vitória para os evangélicos e especialmente para os do Rio de Janeiro que podem testemunhar a atuação parlamentar do Senador Crivella de maneira ampla, geral e irrestrita.

De autoria do Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), o Projeto de Lei nº 3234/08, que institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e remetido à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O projeto, que tem por objetivo promover a manifestação pública da fé cristã em todo o país, iniciou a tramitação no Senado e teve parecer aprovado por unanimidade na Câmara.
A comemoração será sempre no primeiro sábado subsequente aos 60 dias após a Páscoa.
(Agência Câmara)
BRASÍLIA - O Portal Contas Abertas revela que a ex-secretária da Fazenda Lina Vieira viajou a São Paulo no mesmo dia em que ocorreu o encontro com a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que a ex-secretária esteve no Palácio em outubro do ano passado. A visita de Lina aconteceu no dia 9 de outubro (quinta-feira), com ingresso às 10h e saída às 11h29, segundo Jucá. No mesmo dia, de acordo com informações do Siafi, sistema que registra receitas e despesas da União, consta viagem de Lina Vieira a São Paulo. A ex-secretária recebeu R$ 307,18 referente a uma diária e meia na capital paulista. Com isto, Lina teria viajado para São Paulo na tarde ou noite do dia 9 e retornado a Brasília no dia seguinte.
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência havia se limitado, até então, em nota oficial divulgada na semana passada, a informar que a ex-secretária não teria ido ao Palácio em novembro e dezembro de 2008. Apenas nesta quinta-feira, quase três semanas depois da revelação pela ex-secretária do eventual encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foram apresentados registros da entrada de Lina Vieira em outubro, com o horário preciso de entrada e saída.
Ontem, Romero Jucá confirmou os termos do edital de contratação de que existiam registros de acesso armazenados por seis meses, tal como apontou matéria do Contas Abertas. Em seu discurso, o líder do governo mostrou documentos que comprovam o registro de quatro entradas da ex-secretária no Planalto: uma em outubro do ano passado e outras três entre janeiro e maio deste ano. Jucá mostrou as datas com base em anotações feitas por seguranças do Palácio. Segundo ele, 'são anotações feitas à mão ou registradas no crachá'.
O líder do governo esclareceu que Lina Vieira não recebeu crachá porque ingressou pela garagem do Palácio, onde o procedimento adotado para receber autoridades é apenas anotar os nomes.
Jucá avaliou como 'exagero' que Lina considerasse o mês de outubro como 'final do ano', já que a ex-secretária afirmou que o encontro com Dilma teria ocorrido no final de 2008.
Segundo Jucá, as câmeras do circuito interno de TV do Palácio do Planalto têm capacidade de armazenar as imagens captadas no local por apenas 30 dias. - A guarda de imagens na exigência do edital foi de 30 dias - afirmou. O edital informa, porém, que as gravações das câmeras deveriam ser armazenadas “por um período não inferior a 30 dias, devendo ainda os mesmos (gravadores digitais) ser apoiados por um sistema de backup”.
Já os registros de acesso de pessoas e veículos ao Palácio do Planalto, segundo o edital, deveriam ser guardados em um banco de dados específico, com capacidade de armazenamento por um período “mínimo de seis meses”. A partir de então, os dados deveriam ser “transferidos definitivamente para uma unidade de backup”.
Informações do Portal Contas Abertas
Agencia Estado
Brasília - A ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, confirmou há pouco o suposto encontro com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que teria ocorrido no fim do ano passado. A ministra pediu, segundo Lina, para agilizar investigações sobre o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMBD-AP). Ela acrescentou que as declarações feitas ao jornal Folha de S.Paulo não ocorreram por iniciativa sua, mas por ter sido procurada para que confirmasse os fatos
“O jornal sabia dos fatos e desejava que eu confirmasse fatos. Confirmei ao jornal e volto a confirmar aqui, porque não haveria de faltar com a verdade”, disse ela. Lina Vieira acrescentou que não saiu do governo guardando qualquer “mágoa” e que não tem interesse de concorrer a nenhum cargo político.Lina Vieira também colocou-se à disposição para uma “confrontação da verdade com a ministra”.

Segundo ela, o encontro com Dilma Rousseff foi muito rápido, menos de dez minutos. “Cheguei pela garagem". Ela afirmou que foi identificada por um segurança na entrada da garagem e passou por um detector de metais.