O Deputado Garotinho, em seu blog, registra sua indgnação pela falta de apoio dos senadores do Rio ao empenho do Senador Crivella para criar a CPI das Fronteiras.
Confira a matéria na íntegra:
É uma pena que alguns políticos coloquem questões pessoais ou partidárias à frente dos interesses do povo e do nosso estado. Vejam o que aconteceu no Senado. No último dia do ano passado, o senador Marcelo Crivella conseguiu o número de assinaturas necessário para a abertura da CPI das Fronteiras, para investigar a entrada de armas e drogas no Brasil.
É uma questão importantíssima, ainda mais para o Estado do Rio. Lamentavelmente a coluna “Extra, Extra!” informa que o senador Francisco Dornelles se recusou a assinar o pedido de CPI. Por que senador Dornelles?
Já o senador Régis Fichtner, ex-suplente e braço-direito de Cabral sequer foi encontrado. Tomou chá de sumiço. Numa hora dessas?
Aliás, até abril do ano passado, quem ocupava o cargo de senador no lugar de Régis Fichtner era Paulo Duque. Só pra relembrar, Cabral se elegeu senador, quando entrou no governo do Estado assumiu o 1º suplente, Fichtner, que como virou secretário, durante 3 anos, Paulo Duque, o 2º suplente é que ficou com o mandato que era de Cabral.
Paulo Duque ficou famoso porque foi escalado por Cabral para sepultar as denúncias contra José Sarney, naquele escândalo dos atos secretos.
E pensar que o Rio de Janeiro já foi representado no Senado por Darcy Ribeiro, por Abdias do Nascimento, por Afonso Arinos, entre os conservadores, e hoje, vê entre os seus representantes na Câmara Alta nomes como Paulo Duque e Régis Fichtner.
Blog do Garotinho / Amigos do Crivella
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