Já disse aqui várias vezes que a campanha do governador Sérgio Cabral vai se concentrar em três siglas: UPA, UPP e PAC. No caso das duas primeiras siglas, todo mundo sabe, que a realidade é bem diferente do que é mostrado na propaganda bancada por Sérgio Cabral. Logo, quando chegar a campanha eleitoral, os resultados mágicos apregoados por Cabral vão desmoronar igual a um castelo de cartas.
Como o seu governo não fez nenhuma obra de porte, não criou nenhum programa social e coleciona fracassos na maioria das áreas, sobram as obras do PAC, que na verdade são iniciativa do governo federal.
Por que Cabral não quer Dilma no meu palanque (caso confirme a minha candidatura)? Não tenham dúvidas, de que um dos principais motivos, é que isso desestabiliza a estratégia de Sérgio Cabral que quer mostrar que as obras do PAC só vão continuar, se o Rio eleger um governador afinado com quem se eleger presidente da República.
Partindo de uma equação, que tenha como resultado a vitória eleitoral de Dilma Rousseff, o que Cabral quer é enganar a população e dizer que só ele garante a continuidade das obras do PAC e a parceria com o governo federal. Ele sabe que esse argumento cai por terra, se eu for candidato e Dilma subir no meu palanque. Nesse caso, a população perceberia que com ele ou comigo, a parceria com o governo federal estará mantida.
Por isso Cabral luta com unhas e dentes para impedir a minha candidatura. Caso não consiga, sabe que entrará na campanha de mãos abanando e sem nada concreto – a não ser mentiras – para contrapor à minha eventual candidatura.
Como o seu governo não fez nenhuma obra de porte, não criou nenhum programa social e coleciona fracassos na maioria das áreas, sobram as obras do PAC, que na verdade são iniciativa do governo federal.
Por que Cabral não quer Dilma no meu palanque (caso confirme a minha candidatura)? Não tenham dúvidas, de que um dos principais motivos, é que isso desestabiliza a estratégia de Sérgio Cabral que quer mostrar que as obras do PAC só vão continuar, se o Rio eleger um governador afinado com quem se eleger presidente da República.
Partindo de uma equação, que tenha como resultado a vitória eleitoral de Dilma Rousseff, o que Cabral quer é enganar a população e dizer que só ele garante a continuidade das obras do PAC e a parceria com o governo federal. Ele sabe que esse argumento cai por terra, se eu for candidato e Dilma subir no meu palanque. Nesse caso, a população perceberia que com ele ou comigo, a parceria com o governo federal estará mantida.
Por isso Cabral luta com unhas e dentes para impedir a minha candidatura. Caso não consiga, sabe que entrará na campanha de mãos abanando e sem nada concreto – a não ser mentiras – para contrapor à minha eventual candidatura.

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